Prefeitura e Associação Comercial procuram regularizar o comércio informal de Itaquá

 

A reunião aconteceu na última segunda-feira (1)
A reunião aconteceu na última segunda-feira (1)

A Prefeitura Municipal junto com a Associação Comercial e Industrial de Itaquaquecetuba (Acidi) e os vendedores ambulantes se reuniram na manhã da última segunda-feira (1) em busca de uma solução após dos camelôs do centro comercial da cidade.

Cumprindo seu papel em defesa do comerciante, que legalmente paga seus impostos, o presidente da Acidi, Luciano Dávila, exigiu a regularização e limitação do comercio informal sob pena de fiscalização da prefeitura de Itaquaquecetuba.

Ficou definido após reunião com o diretor de Fiscalização e Posturas da Prefeitura de Itaquaquecetuba, Gilson Fidelis, com o secretário de Segurança Urbana de Itaquaquecetuba, Geraldo Perioto e com o comandante da Guarda Civil Municipal (GCM) de Itaquaquecetuba, Valdenir Lopes de Freitas, que o número de vendedores ambulantes no Centro ficará limitado a 52. Este número havia sido indicado previamente pelos próprios comerciantes.

Diante deste cenário, os “ambulantes” terão de dar entrada na Prefeitura de Itaquaquecetuba com a solicitação de um alvará provisório com validade de 30 dias, para que o trabalho não seja interrompido neste final de ano. Ficou definido ainda que local de trabalho (vendas) será destinado pela própria fiscalização, por meio de sorteio das vagas a ser realizado nos próximos dias na Acidi.

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“Com o alvará o comerciante ambulante fará declaração dos seus produtos e não poderá vender outros artigos. É uma forma de manter o direito ao trabalho dos informais, sem prejudicar o comerciante de loja, que recolhe imposto e gera empregos na cidade. Itaquaquecetuba é única cidade no Alto Tietê que ainda permite o trabalho paralelo, por isso é preciso regulamentar esta questão em prol de uma harmonia que há muito tempo se busca na cidade” disse Luciano Dávila, presidente da Acidi.

Fonte: ACIDI

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